Mar | Foto: Richard Souza / GE
- Navio-plataforma Alexandre de Gusmão alcançou sua capacidade máxima de produção.
- Unidade produz 180 mil barris de óleo por dia.
- FPSO está instalado no Campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos.
- Campo fica a 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro.
- Mero é o terceiro maior produtor de petróleo do Brasil.
- Campo está em águas ultraprofundas, com profundidade de 2,1 mil metros.
- Cinco navios-plataforma operam atualmente no Campo de Mero.
- Produção média do ativo foi de cerca de 740 mil barris por dia no segundo trimestre de 2026.
O navio-plataforma Alexandre de Gusmão, instalado no Campo de Mero, no pré-sal da Bacia de Santos, atingiu seu patamar máximo de produção previsto em projeto, chegando a 180 mil barris de óleo por dia. O campo está localizado a 180 quilômetros da costa do estado do Rio de Janeiro, em uma área de águas ultraprofundas com cerca de 2,1 mil metros de profundidade.
O Campo de Mero é atualmente o terceiro maior produtor de petróleo do Brasil, atrás dos campos de Búzios e Tupi, também localizados na Bacia de Santos. O ativo reúne cinco navios-plataforma responsáveis pelas operações de produção de petróleo e gás.
Além do Alexandre de Gusmão, estão instalados no campo os FPSOs Pioneiro de Libra, Guanabara, Sepetiba e Marechal Duque de Caxias.
Produção de 180 mil barris por dia
O Alexandre de Gusmão alcançou uma produção de 180 mil barris de óleo por dia, correspondente ao limite máximo previsto para a unidade.
Os navios-plataforma, conhecidos pela sigla FPSO, são utilizados em operações offshore para realizar diferentes etapas relacionadas à produção de petróleo e gás. Essas unidades são empregadas para extrair, processar, armazenar e escoar a produção proveniente dos poços.
O alcance da capacidade máxima de produção do Alexandre de Gusmão ocorre no contexto do aumento da produção do Campo de Mero, um dos principais ativos de petróleo do país.
Segundo informações divulgadas pela Petrobras, a diretora de Engenharia, Tecnologia e Inovação da companhia, Renata Baruzzi, afirmou que o alcance do patamar máximo de produção previsto para uma unidade também representa a confirmação dos resultados das estratégias adotadas e dos desafios técnicos enfrentados.
“Cada unidade que atinge o patamar máximo de produção previsto em projeto, além de contribuir para o resultado da empresa, confirma a superação de grandes desafios técnicos e o acerto das estratégias adotadas”, afirmou Renata Baruzzi, conforme texto divulgado pela Petrobras.
Campo de Mero está no pré-sal da Bacia de Santos
O Campo de Mero está situado no pré-sal da Bacia de Santos, a aproximadamente 180 quilômetros da costa do Rio de Janeiro.
A área é classificada como de águas ultraprofundas, com profundidade de aproximadamente 2,1 mil metros. A produção do campo envolve operações realizadas por diferentes navios-plataforma instalados na região.
Mero ocupa atualmente a terceira posição entre os maiores produtores de petróleo do Brasil. Os dois campos que apresentam produção superior são Búzios e Tupi, ambos também localizados na Bacia de Santos.
A operação do campo conta com cinco FPSOs: Alexandre de Gusmão, Pioneiro de Libra, Guanabara, Sepetiba e Marechal Duque de Caxias.
Produção média de Mero chegou a 740 mil barris por dia
A produção do conjunto do ativo de Mero também apresentou crescimento ao longo de 2026. No segundo trimestre de 2026, o campo registrou produção média de aproximadamente 740 mil barris de petróleo por dia.
De acordo com a diretora de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia Anjos, essa média foi registrada antes de o Alexandre de Gusmão alcançar seu patamar máximo de produção.
A executiva também relacionou o alcance da capacidade máxima da unidade à evolução da eficiência operacional dos ativos da companhia.
“O topo da unidade mostra que seguimos uma trajetória firme de aumento da eficiência operacional dos nossos ativos”, afirmou Sylvia Anjos, conforme o texto divulgado pela Petrobras.
Com o Alexandre de Gusmão atingindo os 180 mil barris de óleo por dia previstos em projeto, o Campo de Mero passa a contar com mais uma unidade operando em seu patamar máximo de produção.
O que é um FPSO?
FPSO é a sigla em inglês para Floating Production, Storage and Offloading, denominação utilizada para navios-plataforma empregados na produção offshore de petróleo e gás.
Essas unidades desempenham funções relacionadas à extração, processamento, armazenamento e escoamento da produção de petróleo e gás dos poços localizados em alto-mar.
No Campo de Mero, cinco dessas unidades estão em operação: Alexandre de Gusmão, Pioneiro de Libra, Guanabara, Sepetiba e Marechal Duque de Caxias.
O Campo de Mero integra a produção do pré-sal da Bacia de Santos e, com a entrada do Alexandre de Gusmão em seu patamar máximo de produção, a unidade passa a produzir 180 mil barris de óleo por dia.
Com informações da Agência Brasil.
