Veículos em congestionamento | Foto: Richard Souza / GE
[Foto: Richard Souza / GE]
- Maior marca desde 1998: O programa alcançou 1.571.407 Carteiras Nacionais de Habilitação emitidas entre dezembro de 2025 e 30 de junho de 2026, o maior resultado para o período desde a criação do Código de Trânsito Brasileiro.
- Economia real para o cidadão: Com a oferta de cursos teóricos gratuitos, a iniciativa gerou uma economia estimada em R$ 2.330.534.721,73 para os candidatos à primeira CNH.
- Menos burocracia, mesmo rigor: Apesar da redução de custos e facilitação do acesso, o programa manteve a obrigatoriedade e o rigor técnico de todos os exames médicos, psicológicos, teóricos e práticos.
O Programa CNH do Brasil atingiu uma marca histórica na formação de novos motoristas no país. Entre dezembro de 2025 e 30 de junho de 2026, em menos de um ano de funcionamento, o projeto contabilizou 1.571.407 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) emitidas. Trata-se do maior volume registrado para o período desde a entrada em vigor do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), em 1998.
Os dados refletem o sucesso do novo modelo de formação de condutores implementado pelo Governo do Brasil, que apostou na redução da burocracia e na ampliação do acesso à habilitação para todas as classes sociais. Desde o seu lançamento até o fim de junho de 2026, o país registrou uma procura sem precedentes: foram 7.600.835 requerimentos para a emissão da primeira carteira de motorista.
Democratização do acesso e economia bilionária
A principal premissa da iniciativa foi expandir o acesso à CNH de forma igualitária, independentemente da classe social do cidadão. Para que isso fosse possível, o modelo reduziu significativamente os custos associados à obtenção do documento, simplificou etapas e ampliou a liberdade de escolha do candidato sobre como realizar sua formação.
Um dos maiores avanços e atrativos do programa é a oferta gratuita do curso teórico. Segundo os dados oficiais, 3.570.467 cursos teóricos foram realizados no país sob este novo formato. Essa gratuidade impactou diretamente o bolso dos brasileiros, gerando uma economia expressiva estimada em R$ 2.330.534.721,73.
Rigor técnico e segurança no trânsito preservados
Apesar da facilitação financeira e da desburocratização dos processos, o Programa CNH do Brasil não abriu mão da segurança e das avaliações que comprovam a aptidão dos futuros motoristas. As etapas obrigatórias de avaliação de saúde e capacidade técnica foram rigorosamente mantidas.
Durante o mesmo período de análise, foram realizados 3.813.196 exames médicos e psicológicos em todo o país. Na fase de testes de conhecimento, os órgãos de trânsito aplicaram 1.888.134 exames teóricos. Já na etapa de direção veicular, que prepara o motorista para o dia a dia nas ruas, o Brasil contabilizou 3.253.798 cursos práticos e 3.092.668 exames práticos finalizados.
O sucesso da equação entre facilidade e segurança foi resumido pelo secretário Nacional de Trânsito, Adrualdo de Lima Catão, que destacou o equilíbrio da política pública:
“O recorde de 1,5 milhão de emissões comprova que é possível facilitar a vida do cidadão com total segurança. Simplificamos o processo e garantimos uma economia de R$ 2,3 bilhões, sem abrir mão do rigor técnico nas avaliações. É um programa eficiente que concilia proteção no trânsito e inclusão social.”
*Com informações de Minsitério dos Transportes
